Decepções...

30/04/2010 22:53

Por sermos seres humanos e passíveis de erros, convivemos diariamente com essa palavrinha tão melindrosa que é a decepção. Nunca vamos saber se algum dia produzimos esta sensação em alguém - a não ser que esse alguém diga - mas saberemos prontamente falar quando fomos decepcionados.

E isso foi o que ocorreu comigo e com uma pessoa que acreditava piamente ser minha amiga. Quando Dra Eloisa Fagali nos disse de pontes e cercas, e sob análise fui percebendo que era dificil - e ainda é - construir cercas nos meus sentimentos, isso foi colocado em xeque em uma situação que me senti acuada, traída, e finalmente como disse, decepcionada.

Eu poderia simplesmente relevar ou ligar o famoso "foda-se" para tal situação. Mas assim como Freud, a psicopedagogia explica e põe em prática. Fui posta como uma AMEAÇA na vida pessoal e profissional de outra pessoa a qual não revelarei, pela justificativa de eu ser AUTORITÁRIA OU INCISIVA - lendo coercitiva. Lembrando contudo que essa pessoa não é uma criança e nem minha filha.Rs

Não quero colocar minhas justificativas às acusações que recebi e que sei que somente o TEMPO e a APRENDIZAGEM darão conta deste problema. Contudo, ficou a marca no meu coração de algo que sei que não fiz intencional, e segundo a pessoa disse que também não acreditava que não, mas mesmo assim foi esse o parâmetro de julgamento aonde eu fui a condenada para rever minhas atitudes e de mobilizar internamente nesta pessoa esse sentimento de baixa estima. (Claro, que vendo assim ultimamente só perco pro CAPETA mesmo. Haja maldade e malícia para matutar isso na minha cabeça, já que o dia pra mim tem 48 horas e somente em 10 horas deste longo dia eu trabalho. Claro que terei tempo para as minhas maldades... HA HA HA HA HA ...)

Uso um pouco desse humor negro como forma de desabafo, eu sei. Mas foi foda, está sendo foda e não sei se conseguirei olhar nos olhos desta pessoa novamente. O fundo da facada nas costas que eu senti, chegou passando pelas costelas e cruzando o coração e o pulmão, retirando o ar e a mola propulsora do meu sangue.

VOCÊ QUE NÃO SE JULGAVA CAPAZ E VIGIADA... ERA SOMENTE MEU EXCESSO DE CARINHO, MINHA FORMA GROSSEIRA DE POR ME IMPORTAR DEMAIS.

MAS SUA ESTIMA CONTIGO E COMIGO MESMA FEZ COM QUE TUDO QUE TINHA PENSADO QUE EXISTIA FOSSE POSTO EM XEQUE, E TUDO QUE PENSEI QUE PODERIA CONTAR NÃO MAIS VALESSE A PENA.

INFELISMENTE...

Agora é seguir em frente. Menos uma amiga. Mais uma colega. Não sei se contabilizo nas perdas ou nos ganhos. Alguém me ajudaria a solucionar o dilema?

Boa noite ...

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